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ESTRUTURA DE FUNCIONAMENTO


            Para a realização da proposta que aqui será apresentada, existe uma organização que se apresenta como Missão Rama do Brasil (www.missaorama.com.br) com CNPJ 25.088.999/0001-01 e que tem sua sede na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.

            De março de 2011 a 19 de setembro de 2021, coordenaram a Missão Rama do Brasil, Cris Cavalieri e Jacques França. Devido ao crescimento do processo (aberturas de muitos grupos, aos inúmeros desafios de dedicação que se faz necessária e à alguma comunicações telepáticas, foi proposto pela coordenação geral que se dissolvesse a coordenação vinculada apenas à duas pessoas para se tornar uma responsabilidade compartilhada em forma de um Conselho. Após três meses buscando apoio dos Guias em relação a quem comporia esse conselho, tivemos a confirmação em 14 de janeiro de 2022 que esse deveria ser formado pelos 7 integrantes do  Grupo BH1. Juridicamente falando, a Missão Rama do Brasil não teve alterações.

            O CONSELHO tem como objetivo promover integralmente o bom funcionamento do Plano Cósmico em atividades de grupos junto à Confederação, através de:

·       Promover a união entre todos os Integrantes da Missão Rama no Brasil;

·       Veiculação de informações e divulgação da proposta no Planeta Terra;

·       Orientação e manutenção da metodologia;

·       Organização das práticas de campo com a respectiva divisão de tarefas;

·       Promover orientação e treinamento para os facilitadores.

            Caso o Conselho avalie que esteja acontecendo alguma prática fora da metodologia da Missão Rama dentro das atividades dos grupos será indicado qual deverá ser a readequação ao processo.

            A elaboração do material de trabalho continuará a ser realizado por Cris Cavalieri e Jacques França ou através de parcerias com pessoas indicadas por esses, uma vez que podem avaliar a compatibilidade plena com a proposta.

            Em cada grupo do WhatsApp teremos um facilitador responsável e mais um membro do conselho como apoio.

            O grupo de FACILITADORES é formado por pessoas que já passaram pelas iniciações dentro da Missão Rama, tais como, recepção dos três pares de cristais, nome cósmico, comunicação comprovada, desenvolvimento das habilidades propostas nos módulos de atividades.

Têm como função:

·       Abrir novos grupos junto aos coordenadores;

·       Manter cadastro sempre atualizado dos grupos no site, no Gmail e nos grupos do WhatsApp;

·       Acompanhar as atas dos grupos cadastrados semanalmente;

·       Ser apoio aos grupos quando solicitados;

·       Acompanhar os grupos em saídas a campo promovendo as práticas previstas no Guia de Práticas.

·       Acompanhar e orientar os grupos quanto à metodologia, utilização do site, quanto aos materiais e demais atividades necessárias para o bom desenvolvimento das atividades nos grupos.

Quanto aos integrantes que passarem pelas iniciações para se tornarem facilitadores ficarão em treinamento até estarem capacitados para serem representes da Missão Rama do Brasil.

1. ESTRUTURAÇÃO DO FUNCIONAMENTO POR REGIÃO

            Com o crescimento da Missão Rama, a partir de setembro de 2019, passaram a vigorar regras de funcionamento para as coordenações por estado brasileiro.

            As coordenações estaduais serão formadas por facilitadores do estado da federação do Brasil. Não existindo facilitadores no estado, a coordenação se ampliará para o âmbito regional. Todas as coordenações estaduais deverão se reportar ao Conselho quanto à realização de quaisquer atividades ligadas aos grupos já formados ou que leve o nome da Instituição Missão Rama do Brasil. O Conselho conta com os integrantes do grupo BH1 e tem nesse o ambiente para reflexões, ponderações e confirmações junto aos guias.

            O primeiro grupo de facilitadores que se formar em cada estado assumirá a coordenação local.  No momento, somente há coordenação regional no estado de Minas Gerais.

São tarefas da coordenação estadual:

• Facilitar os grupos pertencentes ao estado dando devolutivas de atas e acompanhar as trocas pelo WhatsApp;

• Oferecer treinamento para os facilitadores trainees de acordo e em parceria com o Conselho.

• Coordenar e orientar a realização do intergrupos estadual e tudo o que o envolve, definindo previamente com os grupos realizadores o tema e as dinâmicas e compartilhar com o Conselho;

• Promover saídas a campo estaduais previamente confirmadas pelos Guias da Confederação.

• Abertura de novos grupos em parceria com o Conselho de acordo com a disponibilidade dos facilitadores para acompanhá-los.

• Manter o Conselho previamente informado de todas as atividades que serão realizadas.

• Construir e organizar, junto ao Conselho, as saídas regionais.

Observação: As saídas regionais deverão ter apenas os integrantes pertencentes à essa região, salvo alterações confirmadas pelos Guias. As saídas gerais se manterão no sítio sede de Rama, em Felixândia, Minas Gerais.

 

2. SOBRE O TREINAMENTO DE FACILITAÇÃO.

Após o recebimento dos três pares de cristais, o integrante será considerado um trainee de facilitação. Após o primeiro rodízio dos facilitadores subsequente à iniciação do terceiro par de cristais, poderão fazer parte do treinamento, caso desejem e assumam as tarefas necessárias para tal.

Para ser um facilitador formado é preciso:

1) Ter confirmação de comunicação telepática individual;

2) Ter nome cósmico;

3) Ter os 3 pares de cristais;

4) Ter terminado os 11 primeiros módulos e terem passado pela auto avaliação junto à coordenação e à do seu próprio grupo. A auto avaliação tem como critério a pontuação de 0 a 10 e as respostas serão submetidas ao grupo. Obs: Exceções serão avaliadas pela coordenação geral junto ao seu grupo de apoio, BH1, de acordo com as necessidades de Rama e/ou comunicações recebidas.

Obs.: Quando um integrante se torna um trainee ou até mesmo um facilitador e, por algum motivo, deixa o treinamento ou a função, caso queira voltar precisará passar pelo processo junto aos guias para confirmar se ainda está com seus cristais ativados. Caso não receba a confirmação, deverá reiniciar o processo.

Terão como itens para que o próprio trainee se avalie:

a. Comunicação telepática confirmada;       

b.           Domínio dos conteúdos dos módulos;

c.            Tempo para interagir no WhatsApp;         

d.           Agilidade com tecnologia exigida para o bom desempenha da função;

e.           Responsabilidade referente à devolutiva de atas;

f. Saída a Campo: segurança na condução de um grupo;    

g.           Mediador de conflitos pela metodologia;

h.           Disponibilidade para Rama para reuniões presenciais e viagens;           

i. Clareza quanto à metodologia: saber falar fluentemente e representá-la.       

j. Entendimento dos conceitos e aplicabilidade desses na prática;

k.           Facilidade para falar em público.

Caso no final do treinamento, se o integrante não tiver desenvolvido todas as habilidades necessárias, esse será considerado um colaborador.

São tarefas do colaborador:

• Ser apoio em campo;

• Participar de reuniões com os grupos sempre que forem escalados;

• Participar das equipes;

• Ser apoio aos facilitadores que estiverem à frente dos treinamentos.

5)  Ter passado pelo seguinte treinamento:

a. Acompanhar um facilitador estadual ou regional:

Nas devolutivas de atas:  o facilitador enviará para o trainee que estiver sob sua responsabilidade o arquivo da ata para o treinamento. Esse deverá devolver o arquivo simulando sua atuação para o facilitador que avaliará seu desempenho. Caso seja pertinente, poderá acrescentar a devolutiva do trainee ao seu retorno ao grupo, nominando a orientação. Os coordenadores atuarão interagindo quando necessário.

Nas trocas do WhatsApp do grupo que estiver designado a facilitar: tanto o facilitador quanto o trainee deverão acompanhar o grupo como observadores e interagirem quando os integrantes fizerem perguntas ou quando perceberem que a dinâmica entre os integrantes está fora da metodologia. A interação precisa ser discreta para não se confundir como um integrante do grupo e modificar os resultados. Faz-se necessário que o trainee se coloque como observador do facilitador em sua atuação respeitando a hierarquia e seu momento de aprendizado aguardando as orientações e interagindo à medida que essas forem dadas ao grupo posteriormente à orientação dada pelo facilitador. Sempre que surgirem assuntos sobre os módulos de atividade e, principalmente, sobre unificação conceitual, será preciso pedir ao grupo que os levem para reunião e, caso acontecerem dúvidas, colocarem na ata para que o facilitador possa ser ajuda. Somente após o grupo fechar um conceito, caso esse não esteja em conformidade com o esperado, é que se deve, na devolutiva da ata, gerar reflexões para novo debate, até que se ajuste.

b. Participar do “Grupo de Formação de Facilitadores estadual/regional” no WhatsApp junto à coordenação local e geral interagindo com dúvidas e contribuições quando oportuno.

c. Participar de Práticas de Campo em saídas gerais e estaduais.

d. Participar de Práticas de Campo específicas para treinamento de facilitadores junto à coordenação geral.

e. Comparecer em reuniões virtuais junto ao Conselho quando solicitado. O agendamento se dará em concordância com todos.

 

3. PRÉ-REQUISITO PARA FORMAÇÃO DE NOVOS GRUPOS

·       Leitura do Livro Os Semeadores de Vida, de CRP Wells e identificação com o processo.

·       Sugere-se a leitura do livro Contato: Quando a Realidade Supera a Ficção, de Marcio Cruz.

4. COMO ACONTECE A FORMAÇÃO DE NOVOS GRUPOS.

Todo grupo novo deverá ser aberto por, no mínimo, dois facilitadores da Missão Rama e, preferencialmente, também, com a presença de pelo menos um dos coordenadores.

Os grupos se formam:

Através de pessoas que isoladamente estão sendo cadastradas como simpatizantes e serão organizadas como grupo pelos facilitadores.

Através de grupos já organizados que queiram iniciar o trabalho junto à metodologia da atual Missão Rama. Este pretendente grupo deverá se dirigir a um facilitador ou a um coordenador, por e-mail ou por telefone, podendo este ser de sua cidade ou não para a abertura do novo grupo.  O facilitador entrará em contato com o Conselho para a marcação da abertura do novo grupo.

5. ORIENTAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA AOS GRUPOS 

Os facilitadores acompanharão o desenvolvimento dos grupos através de atas que os grupos deverão enviar semanalmente.

 Quando houver necessidade da participação de facilitadores nas reuniões semanais dos grupos, estas deverão ser solicitadas através da ata da reunião e, também, serem solicitadas pelo WhatsApp pelo atual coordenador do grupo contendo o objetivo da reunião, a pauta e duas possíveis datas onde todos do grupo estarão disponíveis para negociar com os facilitadores. As orientações serão feitas ou por vídeo conferência ou presencialmente. Quanto ao local, este será determinado pelos facilitadores.

QUANTO ÀS ATAS

            O envio de atas deverá ser feito colocando-a em uma pasta no Google Drive que é disponibilizada ao grupo através de um link colocado no espaço do WhatsApp destinado à “Descrição” do grupo.  Todos deverão ler as atas semanalmente. Após a leitura, se algum membro do grupo detectar algum equívoco na escrita deverá anotar para levar como assunto para a próxima reunião. Estas correções deverão constar na próxima ata, ou seja, na ata da reunião em que a pessoa apresentar sua contestação. O facilitador fará uma devolutiva a cada ata enviada e colocará o arquivo nesse mesmo espaço. Essa devolutiva deverá ser lida em reunião.

A ATA DEVERÁ ser postada no drive do grupo “atas” na semana seguinte da reunião, com o prazo de dois dias antes da próxima reunião e antes de ter sido aprovada pelo grupo. Possíveis alterações deverão constar na próxima ata e serem pontuadas no início da reunião seguinte fazendo parte da pauta desta.

Faz-se necessário esclarecer que os facilitadores só se disponibilizarão a acompanhar as atas que forem enviadas semanalmente, pois o acúmulo de envio de atas, sobrecarrega os facilitadores e dificulta a orientação e o acompanhamento das atividades dos grupos. (Há no site um modelo de ata com os itens necessários a serem descritos).

As atas são, não somente um documento histórico, mas também uma forma de os facilitadores estarem mais próximos dos grupos e poderem orientá-los. É um treino de percepção da verdade e da realidade entre os membros de um grupo.  No exercício de se fazer uma ata desenvolvem-se habilidades muito importantes. Quando se escuta ao outro e decodifica para a linguagem escrita, está se fazendo uma transposição do que o outro quis dizer para o que a pessoa que está escrevendo a ata entenda ter sido dito.  O integrante, ao lê-la, perceberá se está interpretando a verdade do outro de forma adequada assim como também se está se expressando de forma a ser compreendido.

6. DEMAIS ORIENTAÇÕES DE FUNCIONAMENTO

1.     Anualmente, serão marcados, no mínimo, três encontros nacionais dos grupos denominados “Prática de Campo” podendo chegar a quatro.

2.     Os grupos têm autonomia para realizarem suas práticas de campo desde que, por motivos de segurança, tenham a presença de, pelo menos, dois facilitadores para promoverem as atividades, aprovação da programação pela coordenação geral e confirmação de apoio dos guias.

3.     Cada grupo terá um facilitador responsável pelo acompanhamento de seu (grupo) trabalho. Este facilitador estará responsável também pelo acompanhamento das atas e do WhatsApp. Em reunião presencial, deverá ter sempre a presença de, no mínimo, dois facilitadores.

4.     Haverá rodízio, após cada prática de campo, da facilitação nos grupos. A divisão dos facilitadores será feita 15 dias após a saída de campo, pela coordenação geral.  Os grupos serão, preferencialmente, divididos entre os facilitadores residentes da mesma cidade. Os que não tiverem facilitadores, serão distribuídos entre todos os facilitadores do brasil, de acordo com as disponibilidades pessoais de cada facilitador e a assistência poderá ser feita via internet.

Os facilitadores representam a filosofia e estilo de vida que a missão preconiza e as orientações fornecidas são impessoais.

O meio de comunicação usado pelo Conselho e pela facilitação é a internet (e-mail e Facebook) e WhatsApp.

É solicitado que todos os integrantes se vinculem ao grupo Rama Geral do WhatsApp que são restritos aos integrantes da Missão Rama para que possam participar efetivamente da proposta mantendo-se atualizados e disponíveis ao bom desempenho das tarefas. Este grupo será apenas para que a coordenação envie recados à comunidade. Há também um outro grupo no WhatsApp denominado “Interativo” que é de participação opcional. Neste grupo só não é permitido assuntos ligados à religião, futebol e política. Também não será permitido que sejam veiculadas propagandas de serviços prestados pela comunidade. Há um espaço específico para tal no site da Missão Rama denominado “Comunidade Urbana”.

 

7.  IMPEDIMENTOS PARA PARTICIPAR DA MISSÃO RAMA DO BRASIL

1)  Não ter lido o livro “OS SEMEADORES DE VIDA”, pré-requisito para a participação.

 

2)  É PROIBIDO O USO DE DROGAS ILÍCITAS.


A espiritualidade é uma consciência desperta e não uma ilusão sobre a realidade.

    A Missão Rama do Brasil NÃO PERMITE a participação de usuários e ou viciados em quaisquer tipos de e de usuários de drogas.

A MISSÃO RAMA adota a configuração do ser como multidimensional seguindo as orientações passadas pela Confederação de Mundos desta galáxia. Quando uma pessoa faz uso de qualquer substância alucinógena (ingerida, inalada ou injetada), ela perde o controle consciente de sua mente altera sua vibração e sintonia que pode abrir a guarda para formas de consciência negativas e como tal desagregadoras comprometendo a egrégora do grupo através dessa sintonia indesejada. Torna-se uma porta aberta para interferências que prejudicam e comprometem os resultados do trabalho.

A MEDICINA nos alerta através do método científico que substâncias psicoativas utilizadas sem orientação de um profissional de saúde com objetivos terapêuticos podem causar uma série de transtornos. Essas alterações são basicamente intoxicação aguda, efeitos nocivos à saúde, comportamentos de dependência alterando o humor do drogadito até obtenção da próxima dose, respostas orgânicas em períodos de abstinência que variam de simples tremores a convulsões, quadros psicóticos com alucinações polissensoriais (mais tipicamente  auditivas), distorção das percepções, ideias delirantes ( persecutória e ou paranoia), perturbações psicomotoras (agitação) e de afetos anormais (medo intenso ao êxtase). Essas perturbações recorrentes além dos efeitos na qualidade e longevidade da vida variam em intensidade e quantidade entre as pessoas tornando a magnitude do risco imponderável embora sempre perniciosa. Essa realidade constatada empiricamente expõe involuntariamente ao risco as pessoas que compartilhem a convivência com o indivíduo dependente entenda ele ou não sua condição.

Rama proporciona através do autoconhecimento e da descoberta da verdadeira identidade do ser, condições para que o mundo fenomênico seja experimentado para além da tridimensionalidade. Através de “ferramentas” naturais o potencial existente pode ser aprimorado através de práticas de expansão de consciência. Através da própria vontade do participante, ele pode experimentar uma experiencia consciente em uma vibração mais elevada. Desenvolve-se a própria capacidade para ampliá-la e com serenidade usufruir de estados de plenitude podendo transitar com segurança no “ir e vir” da experiência. Assim, mantemos o controle sobre a vibração que queremos frequentar através da escolha consciente. Não se perde o discernimento e, caso mesmo assim aconteça alguma intrusão de consciências e ou energias desfavoráveis, é possível sua identificação e afastamento através de técnica aprendidas e do exercício do autocontrole.

SOBRE O USO DE AYAHUASCA

Os Guias Confederados que ditam o trabalho da Missão RAMA orientaram que não se deve usar pelos mesmos motivos supracitados assim como pelos desdobramentos espirituais indesejados provocados pelo uso de substâncias alucinógenas. Não há garantia de que as experiências estarão numa frequência favorável (“positiva”). É uma substância alucinógena e, como qualquer outra droga com esse efeito, pode causar danos à saúde física e psíquica e até espiritual. Esse chá contém dois alcaloides potentes: a harmalina, no cipó, e a dimetiltriptamina, que vem da chacrona, folha misturada ao chá para potencializar seus efeitos.

Os guias não colocaram como impedimento de participação uma vez que não se tem a garantia de que a pessoa terá uma experiência ruim. Dependerá do estado de mente de quem a utiliza e das habilidades de quem estiver orientando o ritual. Diante dessas variáveis, como avaliar e garantir a qualidade e segurança do experimento antes desse acontecer? O que é diferente das drogas que são marcadas pelos guias como sendo certo afetarem a egrégora e comprometerem os resultados dos trabalhos. Diante desse risco traçado por eles, solicitamos que esse hábito seja erradicado em respeito à comunidade e ao trabalho. Rama promoverá conquistas de autoconhecimento e experiências de expansão de consciência margeadas por segurança e orientação dos Guias.

Vale a pena compartilhar que já tivemos muitos desafios de interferência em campo confirmada pelos guias, que chegaram através de pessoas que faziam uso. Diante de tudo aqui apresentado é que, nós, coordenadores e facilitadores do processo vetamos o uso em RAMA.  Caso algum integrante tenha algum motivo desconhecido por nós e que considera relevante para fazer o uso do Ayahuasca, procurar o Conselho para que seja avaliado junto aos guias através de confirmação fenomenológica. Ficando o “benefício da dúvida”, será vetado.

O chá de Ayahuasca é descrito por seus usuários como ativador da glândula pineal que supostamente abriria conexões com outras realidades, memórias ancestrais, etc... mas, o estado de mente pode propiciar uma experiência positiva ou traumática, abrindo brechas para interferências não-agregadoras. Usar essa ou outras substâncias que alteram o nosso estado ordinário de consciência é um risco conhecido.

É possível desfrutar de experiências similares através de técnicas orientais como o pranayama, meditação, etc, métodos nos quais estamos no controle e cônscios de nossas percepções.

SOBRE A LEGISLAÇÃO: Seu uso é permitido no Brasil pelo Conselho Nacional de Políticas sobre Droga (Conad). Apesar da liberação, o Conad impõe algumas regras para o consumo do chá: "pessoas com histórico de transtornos mentais ou sob efeito de bebidas alcoólicas ou outras substâncias psicoativas estão proibidas de ingerir a droga. Também é obrigatório que as seitas “exerçam rigoroso controle sobre o sistema de ingresso de novos adeptos”.

“O professor titular de psiquiatria da Unifesp, Ronaldo Laranjeira, alerta que essa autorização é bastante problemática. Segundo ele, os integrantes da seita não têm capacidade para discriminar quem pode ou não ingerir a substância sem apresentar problemas. Além disso, como acontece com o uso de qualquer outra droga, não é possível afirmar quem vai ficar psicótico ou, caso já tenha algum problema mental, quem vai piorar.”

(Fonte:https://veja.abril.com.br/saude/cha-de-ayahuasca-pode-sim-causar-psicose-e-ate-matar/).

 

IMPORTANTE: Não entraremos em escolhas pessoais e nem ditaremos regras de como cuidar da saúde física mental e espiritual. Daremos dicas sim, do que favorece o desenvolvimento do Ser integral. Não entraremos em análises de prejuízos de maus hábitos de vida (segundo a filosofia Rama) que não venham a comprometer o grupo e as atividades propostas. Não há proibição do uso de álcool (sem o "ismo") esporádico, comedido, sem caracterizar vício, sem alterar o estado de consciência e posse de atitudes, assim como também não há em relação ao consumo de carne, a não ser em práticas de campo onde não será permitido.

3. Transtornos de Personalidades ou doenças psíquicas sem acompanhamento médico que coloquem em risco o grupo.

3.1) Sobre comportamentos identificados pelo grupo como sendo desagregadores e impeditivos para se alcançar os resultados de Rama: A metodologia para se conquistar a alquimia necessária para trilhar a evolução consciente de forma positiva se dá através do espelhamento do grupo para o integrante de comportamentos que impactam o meio (o grupo) causando desagregação. Estratégias de superação são elaboradas pelo grupo e os resultados são “monitorados”. Algumas vezes, o integrante não consegue avançar na mudança de comportamento e de hábitos necessários para gerar o bem-comum.

Sendo assim, quando as estratégias de mudanças construídas pelo grupo não forem suficientes, quando não se constatar mudança do comportamento desagregador, será indicado pelo facilitador ou pela coordenação a necessidade de se ter uma ajuda profissional (terapêutica).

Entendemos ser uma atitude amorosa para com o integrante e para com o grupo, o afastamento da pessoa das atividades até que se restabeleça. Vale a pena esclarecer que realizar um cidadão cosmo-ético é objetivo de RAMA.

Será a trilha que levará o integrante a ser esse resultado.

 

Sendo assim, a trilha celebra a oportunidade da mudança.

 

Haverá que se colocar em prática o aprendido para se gerar

o bem-comum e conquistar os resultados almejados.

OBSERVAÇÃO: Quando um integrante entra em um grupo já em andamento e vivencia a fase probatória, o grupo terá em suas mãos a possibilidade de aceitar ou não a pessoa. O critério será do próprio grupo tendo como base de análise a adaptação do novo integrante. Não significará não ser aceito em Rama e sim, no grupo.

8. MATERIAL DE TRABALHO

Todo o material estará disponível também no site www.missaorama.com.br. Está em constante revisão para se adequar às demandas da comunidade.

9. DIVULGAÇÃO

A divulgação da Missão Rama pelos integrantes deverá ser feita mediante a sugestão da leitura do livro “Os Semeadores de Vida” de C.R.P.Wells.

Fica restrito ao Conselho a veiculação de quaisquer informações sobre o trabalho desenvolvido tais como palestras, folhetos, filmes, e-mails, redes sociais, comunidades, assim como qualquer veículo que divulgue a Missão Rama que é coordenada por Belo Horizonte.

Para a realização destas divulgações citadas acima, os facilitadores devem se comunicar previamente com os coordenadores da Missão que, após apreciação do material a ser exposto pelo facilitador, oferecerá por escrito a autorização.

10. REFERÊNCIAS SOBRE O MATERIAL QUE SERÁ UTILIZADO

Tivemos as seguintes fontes de conhecimento para formular este material:

•             Os 18 anos (1994 -2012) de estudos e vivências no Projeto Rama, no Projeto Amar, no Projeto Sunesis (Guia de Práticas feito por Charlie Wells);

•             Comunicações com os Guias Confederados Gexo, Oxalc, Godar, Xênia, Xanxa, Antar e Ashtar realizadas pelo grupo Origem de Belo Horizonte (BH1) através de Cris, Tercia, Jacques, Giordani, Ricardo e Paulo.

•             Orientações e documentos compartilhados por Diego Alberto Curio.

•             Foram também utilizados materiais desenvolvidos em cursos realizados no Instituto Mineiro de Medicina e Terapias, gentilmente cedidos por Jacques França e vastas pesquisas em livros que estão disponíveis no menu bibliografia e que foram aqui resumidos e organizados por Cris Cavalieri e Jacques França. 

TODO O TRABALHO QUE ESTÁ SENDO UTILIZADO NA MISSÃO RAMA FOI COMPILADO EM MÓDULOS DE ATIVIDADES QUE CONTAM COM VIDEOS (PÚBLICOS DO YOUTUBE), FILMES, PALESTRAS, DINÂMICAS, TEXTOS (COM REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS), ENTREVISTAS COM OS INTEGRANTES E LIVROS.

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